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Calouros são agredidos em trotes de faculdades de São Paulo

Um estudante de 18 anos foi agredido durante recepção de calouros na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, no fim da noite desta segunda-feira.

Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o pai do rapaz compareceu à delegacia e informou que o universitário está internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e passará por uma cirurgia. A  assessoria da ESPM disse que o procedimento será no nariz.

O delegado instaurou inquérito para investigar o caso. A assessoria da ESPM disse ao eBand que a agressão foi resultado de uma briga na rua entre calouros. "A agressão não fez parte do trote e os veteranos não estão envolvidos no caso, declarou a assessoria.

Fernandópolis

Um aluno do curso de veterinária da Unicastelo de Fernandópolis, no interior de São Paulo, sofreu oito horas de humilhações, que começaram dentro da sala de aula e só acabaram no centro da cidade, para onde ele e outros alunos foram levados de carro.

O estudante foi hospitalizado após ser obrigado pelos veteranos a beber álcool combustível. Ele tinha hematomas pelo corpo e no rosto e estava com as calças rasgadas.

O trote, que ocorreu na segunda-feira, surpreendeu até o delegado da cidade, Gerson Donizete Piva, que falou com a BandNews FM .

A universidade abriu sindicância, mas segundo o reitor da instituição, Gilberto Luiz Moraes, nem todos os envolvidos poderão ser expulsos.

OPINIÃO:

Claro que não o dinheiro e estatus  fala mais alto que dignidade e justiça.

Qual o nome dos envolvidos?

Porque uns podem ser expulso,outros não?

Universidades formadoras de bandidos , sera?

Amigos de Arruda comandarão comissão impeachment

Os aliados do governador José Roberto Arruda (sem partido) comandarão a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), assim como a presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal. A comissão será responsável por analisar os três pedidos de impeachment do governador, acusado pela Polícia Federal de ser o líder de um suposto esquema de desvio de verbas públicas e compra de apoio político no DF.

O presidente da comissão será Geraldo Naves (DEM) e o vice, Cristiano Araújo (PTB). A relatoria ficou com o líder do governo, deputado Batista das Cooperativas (PRP), que terá até 30 dias úteis, contando com prorrogações, para entregar o relatório.

Em janeiro, o juiz Vinícius Silva, da 7ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal, declarou inválida a composição da CCJ porque a deputada Eurides Brito (PMDB), suspeita de participar do esquema, era membro da comissão. Em vídeo, a parlamentar aparece colocando na bolsa maços de dinheiro que recebera do ex-secretário de Relações Institucionais do governo do Distrito Federal Durval Barbosa, autor das denúncias contra o governador e deputados.

Na nova formação, Naves e Batista permaneceram na mesma função. No lugar de Eurides, entrou o deputado Bispo Renato Andrade (PR). A maioria dos integrantes é da base governista, como na composição da comissão anterior. Depois da CCJ, os processos passarão por uma Comissão Especial.

Presidência da Câmara

O primeiro do ato novo presidente da Câmara, deputado Wilson Lima (PR), foi reunir a Mesa Diretora para discutir se a Casa recorre da decisão judicial que determinou a convocação de oito suplentes para participarem da análise dos pedidos de impeachment.

Antes de ser eleito, Lima já teria sinalizado a pretensão de recorrer da determinação da Justiça, que afastou os oito deputados titulares suspeitos de serem beneficiários do suposto esquema. Agora, como presidente, afirmou que tomará as decisões em conjunto com outros parlamentares

“Vou dividir o trabalho com a Mesa Diretora, porque eles ajudaram a construir a candidatura para que eu chegasse hoje à presidência dessa Casa”, disse aos jornalistas, após assumir o cargo, em substituição a Leonardo Prudente (sem partido), que deixou o posto e é um dos suspeitos de envolvimento no suposto esquema.

Lima, que integra a base de apoio ao governador, evitou falar que é um aliado do governador. Ao ser questionado se é a favor dos pedidos de impeachment, o novo presidente limitou-se a dizer que vai conduzir os trabalhos da Casa com “imparcialidade” e “transparência”.

“A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) vai analisar [os pedidos de impeachment]. A decisão que tomarem, vou acatar”, afirmou à imprensa.

Lula voltou a desafiar o Tribunal de Contas da União (TCU)

Planalto volta a desafiar o TCU

Lula libera verba do Orçamento para obras da Petrobras sob suspeita

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a desafiar o Tribunal de Contas da União (TCU). Ele liberou no Orçamento de 2010 o repasse de verbas da União a obras de Petrobras com irregularidades que o TCU havia classificado como "graves". Os projetos fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e poderiam ser interrompidas caso não recebessem recursos orçamentários este ano.

Lula sancionou o Orçamento da quarta-feira com apenas dois vetos. Um deles retirou as quatro obras da Petrobras da lista de irregularidades apontadas por auditorias do Tribunal. As obras que constavam na lista são: a implantação da refinaria Abreu e Lima (PE), a modernização da refinaria Getúlio Vargas (Repar), a implantação do terminal Barra do Riacho (ES) e as do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

Em seu relatório, o TCU aponta indícios de irregularidades como superfaturamento e critério de medição inadequado, além de gestão temerária. A obra do complexo petroquímico do Rio entrou na lista por decisão do Congresso, ao votar o Orçamento no fim do ano passado. Ainda assim, o TCU não chegou a recomendar a paralisação da obra.

Em 2005, o presidente manteve a liberação de verbas para a construção da usina de Angra 3, também por meio de veto. Na ocasião, o TCU havia considerado o projeto irregular e solicitado sua paralisação. Em relação às obras da Petrobras, Lula justificou sua decisão dizendo que a paralisação representaria corte de 25.000 empregos e prejuízo mensal de 268 milhões de reais.

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